RISCO 01
Superfície de ataque exposta e invisível
MFA aplicado só em parte dos usuários. Autenticação legada ainda ativa, ignorando qualquer política
de acesso condicional. Contas de administrador global permanentes, sem PIM e sem trilha de auditoria.
Portas de gerenciamento (RDP, SSH) abertas para a internet em VMs que “eram temporárias”.
Um Secure Score abaixo de 50% não descreve um risco futuro. Descreve um ambiente em que a invasão é uma questão de agenda do atacante, não de capacidade.
RISCO 02
A fatura da nuvem sobe, a performance não
Máquinas virtuais superdimensionadas rodando 24×7 para uma carga que existe 8 horas por dia. Discos
órfãos e snapshots de 2023 ainda sendo cobrados. Ambientes de homologação que ninguém desliga.
Nenhuma Reserva ou Savings Plan contratada. Nenhuma tag, nenhum budget, nenhum alerta.
O resultado é uma conta que cresce sem que ninguém consiga explicar por quê — e um time de TI sem argumento na hora de pedir orçamento para o que realmente importa.
RISCO 03
Dispositivos fora de qualquer controle
Notebooks e celulares acessando e-mail, SharePoint e sistemas internos sem política de compliance,
sem disco criptografado, sem inventário confiável. Aplicativos instalados por conta própria.
Nenhuma separação entre dados corporativos e pessoais no celular do colaborador.
Quando alguém sai da empresa — ou perde o notebook no aeroporto — ninguém consegue apagar os dados remotamente. E o incidente vira um problema jurídico sob a LGPD.